Se preocupações sobre seu tamanho, peso e como você se parece consomem seus pensamentos diariamente; se escolhas alimentares se tornam operações matemáticas de calorias ou ruminações de dados científicos das comidas saudáveis ou não; se seu apetite é constantemente controlado; se emagrecer se tornou o foco da sua vida, agende uma sessão agora, eu consigo te ajudar!
Restrição alimentar, medo intenso de ganhar peso ou engordar, preocupação excessiva na vivência do peso ou da forma corporal, influência excessiva do corpo da autoavaliação e autoestima.
Episódios recorrentes de compulsão alimentar, comportamentos compensatórios inadequados e recorrentes para evitar ganho de peso, autoavaliação excessivamente influenciada pelo peso e pela forma corporal.
Episódios recorrentes de compulsão alimentar, com ingestão de grande quantidade de comida e sensação de perda de controle, comer até sentir desconforto, comer sem fome física, comer escondido por vergonha ou sentir repulsa de si, tristeza ou culpa depois.
Percepção do próprio corpo como maior ou diferente, insatisfação intensa com peso, forma ou partes específicas do corpo, preocupação excessiva com defeitos percebidos na aparência, checagem repetitiva no espelho.
Preocupação excessiva com a qualidade, a pureza ou segurança dos alimentos, eliminação progressiva de grupos alimentares, regras alimentares cada vez mais restritivas, ansiedade, culpa, vergonha ou sensação de fracasso ao consumir algo considerado inadequado.
A ansiedade pode aparecer como uma preocupação persistente com a possibilidade de engordar, ser julgada, perder o controle sobre a alimentação ou não corresponder a um padrão estético. Em quadros depressivos, as preocupações com o corpo e a alimentação podem assumir a forma de desvalorização pessoal, desesperança, perda de interesse, vergonha ou sensação de fracasso.
Me chamo Bárbara Assis, psicóloga clínica (CRP 04/66796), com formação no tratamento de Transtornos Alimentares, e em especialização Fenomenológico-Existencial.
Atendo meninas e mulheres que vivenciam uma relação de culpa, vergonha, raiva, descontentamento com seu corpo, com sua aparência, com sua alimentação, e consigo mesmas. Meu trabalho é fazer com que você encontre maneiras de contestar sentimentos, pensamentos e comportamentos em que ainda se submete, para pôr um fim ao que está roubando seu corpo e sua vida.
A psicoterapia providencia formas de explorar as causas do transtorno alimentar, busca entender os sentimentos negativos relacionados ao próprio corpo e à comida, desafia crenças, pensamentos e regras alimentares, abre possibilidades de buscar uma forma diferente de se relacionar consigo e com a própria vida.
A terapia online permite cuidar da relação com o corpo e a alimentação com flexibilidade e privacidade, sem precisar se deslocar. Por meio de encontros por videochamada, é possível construir um vínculo terapêutico e trabalhar questões como insatisfação corporal, comparação, autocrítica e culpa ao comer, com a mesma seriedade e compromisso do atendimento presencial. Além disso, a possibilidade de realizar as sessões em um ambiente familiar pode facilitar a continuidade do acompanhamento.
O acompanhamento pode acontecer de diferentes formas, de acordo com sua necessidade e momento. Você pode optar por sessões individuais online, realizar um encontro pontual para trabalhar uma questão específica ou escolher um programa com um número definido de sessões, voltado ao aprofundamento de temas relacionados à imagem corporal, à autoestima e à alimentação.
Sentir que o corpo é inadequado, grande demais, imperfeito ou distante do ideal desejado. Dificuldade de reconhecer qualidades na própria aparência e sensação de que é preciso mudar para se sentir bem consigo mesma.
Sentir vergonha, repulsa ou desconforto com o próprio corpo. Evitar espelhos, fotografias, roupas, intimidade ou situações sociais por medo de ser vista, julgada ou exposta.
Estabelecer regras rígidas sobre o que, quanto e quando comer, buscando controlar o peso, o corpo ou as próprias emoções. Sentir ansiedade, culpa ou fracasso ao sair do planejado.
Julgar-se duramente após comer, descansar ou não alcançar determinado padrão corporal. Interpretar escolhas alimentares ou mudanças na aparência como falhas pessoais, falta de disciplina ou incapacidade.
Comparar constantemente o corpo com o de outras pessoas ou com padrões estéticos. Depender de elogios, aprovação e reconhecimento externo para sentir-se bonita, desejável ou suficientemente boa.
Viver em alerta diante da possibilidade de engordar, perder o controle ou ser julgada. Antecipar situações com desconforto corporal e recorrer à checagem, à restrição ou à evitação para aliviar a insegurança.
Condicionar o próprio valor à aparência, ao peso ou à capacidade de manter regras alimentares. Sentir-se inadequada, frustrada ou sem esperança, afastando-se de experiências, relações e atividades prazerosas.
Adiar a própria vida até atingir determinado corpo: deixar de usar certas roupas, frequentar lugares, viver a intimidade ou realizar desejos por não se sentir suficientemente magra, bonita ou em forma. A mudança corporal torna-se uma condição para se permitir viver.
Não. O sofrimento com o corpo, a preocupação constante com o peso, a culpa ao comer e a dificuldade de se sentir bem consigo mesma já podem ser motivos para buscar acompanhamento. Você não precisa ter um diagnóstico para cuidar da sua relação com o corpo e a alimentação.
Podemos explorar o que emagrecer e sentir-se bem com o corpo significam para você, as expectativas que carrega e como elas afetam sua vida. O trabalho não consiste em julgar seu desejo de mudar a aparência, mas em compreender sua relação com ele e o espaço que ocupa na sua experiência.
Um sinal importante é perceber quanto tempo e energia essas preocupações ocupam e o que você deixa de viver por causa delas. Se a alimentação exige controle constante, a aparência determina seu humor ou você evita situações por vergonha do corpo, vale olhar para esse sofrimento com atenção.
Sim. Transtornos alimentares podem ocorrer em pessoas de diferentes pesos e tamanhos corporais. A gravidade do sofrimento não pode ser determinada apenas pela aparência ou pelo número na balança.
Você não precisa se obrigar a amar cada parte do seu corpo para começar a viver de outra maneira. O trabalho pode envolver compreender suas dificuldades, diminuir a hostilidade consigo mesma e construir uma relação na qual sua aparência não determine todas as suas possibilidades.
Espero que esta busca por ajuda tenha significado para vocês e que possam encontrar uma paz pessoal em relação ao próprio corpo.
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